Há cinco tipos de acesso à internet banda larga fixa: via fibra óptica, por cabo coaxial, por cabos metálicos, por sinal de rádio e por satélite. E todos os 5.570 municípios existentes no Brasil já são atendidos por alguma das tecnologias de acesso à banda larga, conforme a Anatel. Destes, 98,8% (5.502) já possuem acesso via fibra óptica, segundo dados de fevereiro, revelando que a fibra chegou em definitivo aos consumidores finais brasileiros. Completando essa realidade, o país possui 32,6 milhões de acessos à banda larga, e 10,7 milhões deles são por fibra.

Para Marco Paulo Giannetti, coordenador técnico da Fibracem, estamos assistindo uma realidade da qual se ouve falar há tanto tempo: a substituição dos fios de cobre por fibra óptica. “Em janeiro desse ano a quantidade de acessos por fibra ultrapassou a quantidade de acessos via par metálico. Para as demais tecnologias praticamente não teve alterações, mas desde o início de 2017 o crescimento da internet banda larga via fibra óptica é vertiginoso e não para. Em apenas três anos cresceu perto de 4,8 vezes. Mais do que acessar a internet, o meio de fazê-lo é crucial para o desempenho do serviço a ser executado”, afirma.

Faz parte desse crescimento os pequenos provedores que respondem por mais da metade do Market Share, em um movimento de formiguinhas que forçou as operadoras a saírem da zona de conforto e ampliarem suas redes ópticas. Tal cenário revela uma estrutura que permitirá ao Brasil dar passos consideráveis futuramente, e é onde estão concentradas as atividades e o portfólio com soluções de infraestrutura para redes ópticas da Fibracem. A empresa acompanha esse movimento e as tendências para atender o que virá no segmento de comunicação óptica, e mantém equipe de desenvolvimento de produtos para novas necessidades do mercado.

“A curto e médio prazo, devido à sua capilaridade, as redes ópticas serão fundamentais no Brasil para a implantação de vários serviços, dentre eles o 5G, a IoT (Internet das Coisas) e a Industria 4.0. Além da necessidade de velocidade, baixa latência e do grande volume de informações geradas pelos inúmeros sensores da IoT, necessitamos que as redes ópticas sejam convergentes para o pleno funcionamento de todas essas tecnologias simultaneamente”, esclarece Giannetti.

A Fibracem é uma das únicas empresas nacionais, senão a única, que possui um portfólio capaz de atender 100% das necessidades de uma rede óptica passiva. A história e participação da empresa no mercado permite ao coordenador técnico com 40 anos de experiência em Telecom afirmar que, “com certeza, em todo município brasileiro atendido por fibra óptica deve existir pelo menos um produto fabricado por nós”.

Fibra óptica é a melhor opção?

Dentre as opções de tecnologia, a fibra ótica possui características técnicas que a tornam superior aos demais meios de transmissão em termos de distância, perdas, velocidade e capacidade de transmissão. Aliados à redução de custos, os quais estão bem atraentes nos dias atuais devido à grande popularização e demanda por acessos ópticos, explica Giannetti. Ele tem certeza que a fibra óptica veio para ficar e lembra que, “atualmente, uma boa parte da banda larga demandada pelos clientes é utilizada para sinais de vídeo na modalidade de streaming. São grandes provedores de conteúdo como a Netflix, Amazon e Globoplay disponibilizando conteúdos variados, além do já tradicional YouTube. A demanda pela banda larga de alta velocidade cresceu tanto junto aos ISPs (Internet Service Provider) que alguns geradores de conteúdo como o Google e Facebook já estão alocando servidores próprios junto aos POPs (Procedimento Operacional Padrão) destes pequenos provedores”.

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